Curso gratuito de fotografia

        Começa hoje o curso gratuito de fotografia a distância. Mais tarde vou postar a primeira lição.
Lição n.1
Luz e expUma das coisas que mais gosto na fotografia é conseguir mostrar coisas que os outros não conseguem ver ou vêem, mas não da forma como o fotografo ou conseguir beleza de coisas que não são belas ou valorizar ainda mais as belas. Para isso existem diversos conhecimento e técnicas que precisam ser aprendidos e “digeridos”, mas os que demandam apenas conhecimentos técnicos quantitativos são tranqüilos, desde que se tenha o tempo necessário para se aprender. Entretanto, como a vida nunca é fácil, o que diferencias os fotógrafos geniais dos bons fotógrafos, sem dúvida, é como eles aprendem e utilizam a composição fotográfica. Apesar de existir diversas técnicas e dicas a serem seguidas para conseguirmos imagens de qualidade essas mesmas regras podem ser quebradas que algumas vezes teremos ainda imagens incríveis por isso classifico a composição em fotografia uma técnica qualitativa. Vou iniciar agora uma serie de post que falarão sobre esse tema que adoro e que é gigantesco. Já aviso aos desinformados que não acharão aqui a solução mágica para sair compondo fotos como o Ansel adams, mas falarei de tudo que aprendi e que de alguma forma podem melhorar o estilo e a qualidade das suas fotos. Regra dos terços: Todo mundo que tem alguma intimidade com fotografia já ouviu falar da regra dos terço. Ela está em todos os livros sobre fotografia (tem até no manual da sua maquina) devido a sua importância e poder. E vai ser o primeiro assunto que tratarei. O que é a regra dos terços? O principio básico da regra dos terços parte de imaginar a imagem dividida em três parte iguais horizontalmente e três partes verticalmente. O que irá produzir uma grade, tipo um jogo da velha, ou seja 9 blocos iguais a este: É importante que você tenha isso na cabeça para que na hora de realizar uma foto você consiga visualizar esse quadro no visor ocular da câmera ou no visor de LCD. É utilizada a grade da regra dos terços para facilitar a identificação dos quatro pontos de atenção da foto. Esses pontos se encontram nas quatro intersecções que existem entre as linhas horizontais e as verticais. Esses são os pontos de maior interesse em qualquer fotografia. E não só em fotografia, preste atenção em filmes, novelas, quadros, pinturas e você conseguirá identificar isso também. Um grande erro que muitos livros de iniciantes cometem é fazer isso que fiz acima e não ressaltar que não são apenas os pontos e sim quatro linhas que você deve utilizar para compor grandes fotos. Pronto! Está ai toda a teoria da regra dos terços! Se você colocar o ponto de interesse da fotografia nesses pontos ou ao longo das linhas suas fotos ficarão mais balanceadas e isso fará com que as pessoas que olhem as suas imagens interajam mais naturalmente. Alguns estudos mostram que quando se olha para imagens, normalmente, os nossos olhos vão diretamente para um desses quatro pontos com muito mais freqüência do que para o centro da imagem. Dessa forma é extremamente recomendado que se utilize a regra dos terços para deixar as suas imagens o mais natural possível para os apreciadores. Abaixo algumas fotos para ilustrarem a teoria dos terços: Nessa imagem o fotografo optou em colocar a cabeça do “modelo” em um dos pontos de interesse, especialmente o olho dele que é um ponto natural em retratos. A gravata e a flor podem ser consideradas pontos secundários de interesse. Nessa foto optei por deixar a modelo para o lado direito da foto e coloque o ponto de atenção na boca dela e pontos secundários poderiam ser considerados o nariz empinado e o olho por onde passa a linha Use a regra dos terços é muito natural para alguns fotógrafos, mas para a maioria de nos é necessário muito estudo, treinamento e pratica para ela ser um pouco natural. Venho me policiando muito quanto a isso, mas volta e meia, depois de ter feito uma foto vou analisar a composição e vejo que esqueci. Até aprendermos e /ou incorporarmos a regra dos terços (e então quebra-la) precisamos responder a seguintes questões antes de executar uma foto: -> Qual é o ponto de interesse na foto? -> Onde vou colocar ele? Um outro exercício que pode ser feito para você assimilar melhor é durante o processo de edição onde possuímos ferramentas para cortar e reordenar as imagens para que vejamos onde erramos e possamos corrigir essas e acertar nas próximas fotos. Tente fazer colocar as suas fotos antigas dentro da regra dos terço e observe como as suas fotos ficarão melhores. osição: A luz que desenha uma fotografia, depende principalmente das condições atmosféricas, hora do dia, posição do objeto, ângulo, estação do ano, local do globo terrestre… pois, em alguns países a luz é bem mais suave que a do Brasil, como na Itália, por exemplo.
 Um dos objeitvos de um bom fotógrafo é fazer uma reprodução fiel da cena que ele vê, registrar fielmente o desenho da luz produzido naquela cena.Para tal, são necessários os seguintes elementos: o ISO, a abertura, a velocidade do obturador, a combinação da abertura e do tempo e exposição.
 ISO: a sigla ISO ( International Standard Organization) se refere a sensibilidade a luz. Quanto maior o ISo, mais nitidez e vividez nas fotos. Usamos altos ISOS para fotografar com pouca luz.
 A abertura: é a abertura do diafragma da lente. Quanto maior a abertura, mais luz entrará. As aberturas são reguladas pelos números f-stop. Entre as mais usadas estão: f/3.5, f/2.8, f/5.6 (esta em especial é abertura que mais se aproxima do olho humano), f/8, f/11 e f/16. Agora, ao fotografar em ambientes escuros, vc já saberá o que fazer: fotografar com abertura maior, para fazer a compensação de luminosidade.

 

 

  

Aula 2

O tempo e a exposição:

     A velocidade controla o tempo que a cortina do obturador ficará aberta.

    A velocidade mais rápida “congela” o movimento. Em velocidades mais lentas o movimento permanecerá, mas será registrado desfocadamente, ou até mesmo como um borrão. A velocidade é registrada pelos números 1/200, 1/400, 1/800 ( as velocidades são indicadas em segundos e em frações de segundos).

 

 

Portrait, f 7.1, 1/200

      Veja como no movimento de “tchau” a mão ficou desfocada.

Com velocidade mais rápida, agora:

 

 

Aperture, 1/250, f 3.8

      O movimento de “tchau” aparece desfocado.

                    Isso é muito usado em fotografia esportiva. Esse recurso dará a suas fotos aquele toque artístico e profissional.

ISO- um pouco mais sobre ele:  em fotografia quase tudo é medição. Para fotografar com nitidez o ISO tem que estar em harmonia com a luminosidae. Atenção: ISOS muito altos causam ruído em suas fotos.

       Resumo do aula de hoje:

         Agora ao fotografar crianças, carros em movimento, cachoeiras, atletas, etc você já saberá o que fazer:

Aumentar velocidade = movimento congelado

Diminuir velocidade = movimento desfocado

Beijos a todos!

Aula 3

Luzes e sombras:   Nossa aula de hoje falará mais de estética do que de técnica fotográfica.   

    Como eu já disse anteriormente, a exposição é determinada por vários fatores, entre ele a hora do dia. A foto abaixo, foi tirada as 16:30 da tarde, hora em que o sol já distribui uma luz suave e uniforme , eliminando as sombras. Recomendo este horário pra fazer retratos, pois a luz suave deixa as formas do rosto mais bonitas. Porém, é preciso tomar um certo cuidado para que suas fotos não ganhem um aspecto amador.

Já nesta segunda foto, particularmente eu prefiro este estilo, há um equilibrio entre luzes e sombras. Na fotografia moderna está sendo muito valorizado este modo de fotografar, pois na visão natural enxergamos luzes e sombras e não como em um estúdio, onde a luz é calculada e eliminam-se as sombras. Essa foto foi tirada as 12:15, hora em que o sol emite uma luz mais dura criando sombras contrastantes. Note a profundidade e a textura da imagem. Porám é preciso tomar um pouco mais de cuidado com essa luz ao fazer retratos ou fotografia de nu. A luz mais dura tende a ressaltar os defeitos.

Ressalto ainda que fotografia é arte. Uns acham que Picasso foi um gênio, outros não enxergam nada nas pinturas dele. Não há certo nem errado em arte. O resultado é o que você ou seu cliente procuram.

Beijos meus amores! Qualquer dúvida falem comigo!

Aula 3 

     Este blog tem recebido muitas perguntas a respeito do uso do flash. Então vou fazer uma aula falando de alguns tipos de luz e como aplicá-las utilizando seu flash. 

Luz Direta: é a luz mais comumente usada por amadores. É preciso ter cuidao com ela. Pois ela enfeia e cria um efeito anti-estético na foto. Em câmeras amadoras é o único tipo de  recur-so, pois nelas não há a possibilidade de direcionamento da luz do flash. Note as sombras fortes  e contrastantes que ela provoca, além de um brilho indesejável. 

Luz rebatida: é o “flash disfarçado”. Recai suavemente sobre o sujeito a ser fotografado. Não provoca sombras, nem brilho indesejáveis. Não “mata” detalhes da fotografia. Deixa os rostos mais bonitos com uma aparência aveludada.  É o tipo de luz mais usado por profissionais. É importante observar onde a luz do flash será rebatida. Uma das formas mais eficientes é rebatê-la em um teto branco ( quase todo lugar tem um teto branco),  ou  usar um rebatedor que deve-rá ser segurado por um assistente. 

 

Como Vermelhos: como evitar Aula 5:

                 Olhos vermelhos são de fato um efeito bem desagradável. Esse efeito ocorre pelo uso indevido do flash, a luz atravessa os vasos sanguineos dos olhos causando a vermelhidão. Evitar os olhos vermelhos é facil: use flash rebatido. No caso de câmeras amadoras, onde vc não pode direcionar o flash, procure fazer fotos onde o modelo não esteja olhando diretamente para a câmera. Também vale inclinar a câmera evitando mirar os olhos do modelo. Há ainda a opção do Photoshop, onde pode ser feita a correção com a ferramenta “eyedropper”.

Aula 6 : Zoom ótico e Zoom Digital
A introdução de câmeras fotográficas de alta tecnologia fez com que as câmeras mais simples ganhassem maior popularização. Antigamente era raro conhecer alguém que possuísse uma câmera com mais de 5 MP, ainda mais difícil era encontrar alguém que tivesse uma máquina fotográfica digital. Atualmente ocorre o oposto, a grande maioria possui uma câmera de 5 MP, as vezes até superior, sendo que consumidores que não possuem câmera, têm seus celulares dotados de uma câmera capaz de atuar em várias situações.

A grande dúvida na hora da compra de uma câmera nem sempre reside no quesito qualidade, mas sim no zoom que ela possui. Muitas lojas colocam como destaque em letras garrafais “Zoom de 10x Digital” ou “Zoom de 5x Óptico”. Contudo, o consumidor nem ao menos sabe as diferenças, fator que leva as pessoas a optarem por câmeras com o maior número, pensando que estão no lucro. Para acabar com todo esse mistério referente ao zoom, vamos explicar como funciona cada um, confira.

Zoom digital (um quebra-galho) – O zoom digital é muito inferior ao zoom óptico, algo que é notado claramente em qualquer imagem. Ele funciona através de um software interno da câmera, da mesma maneira como se você estivesse usando um programa de computador e aumentando uma região da sua imagem. O grande problema do zoom digital consiste justamente nisso, porque ele distorce totalmente a imagem.

Imagine que você está fotografando uma sala e resolve fotografar um quadro que esteja na parede. Para não ter de se deslocar para perto do quadro, você opta por utilizar o zoom da câmera, contudo, você nem imaginava que o zoom da sua câmera era digital, e ao olhar pelo display da câmera parecia ser uma imagem perfeita. Ao transferir as imagens para o computador, você acaba notando que a imagem está distorcida, parece estar tudo borrado.

Isso é exatamente o que o zoom digital proporciona, imagens borradas, tremidas e sem qualidade. A maioria das câmeras possui um software de zoom muito pobre, fator que faz o redimensionamento da imagem ficar péssimo. Poucas câmeras até conseguem resultados impressionantes com o zoom digital, porque o software delas está programado para distorcer o mínimo dos detalhes da imagem, contudo, o resultado ainda é inferior ao do zoom óptico.

Zoom óptico (aproxima a imagem com qualidade) – Basicamente, o zoom óptico é o zoom real, pois ele realmente aproxima a imagem como se você estivesse próximo ao objeto que será fotografado. O zoom óptico funciona através de um jogo de lentes, onde o foco principal é alterado. O zoom óptico seria mais ou menos como um óculos na câmera fotográfica, ou seja, a lente normal capta algo, e ao colocar outra lente na frente desta, a imagem tende a aumentar, e claro, sem perder nenhum detalhe da imagem. O zoom óptico funciona bem parecido com um binóculo, pois ele raramente causa desfoque na imagem.

As câmeras voltadas ao mercado de amadores, e consumidores que tem a fotografia como um hobby, possuem o zoom óptico com ajuste automático, para que o usuário não tenha de regular manualmente as lentes. Já as câmeras fotográficas profissionais necessitam de regulagem manual, sendo que o fotografo deve averiguar em que momento o foco está melhor, para que a imagem fique mais nítida.

Dê uma olhada na figura abaixo e confira como funciona o zoom óptico. O zoom óptico, permite ampliar ou reduzir o campo de visão ao se mover a lente da objetiva.
O zoom digital aproveita as possibilidades que a eletrônica oferece para aumentar apenas a parte central do enquadramento, desprezando as zonas laterais.
 
Aula 7
             Profundidade de campo
 
     Definida de forma simples, a profundidade de campo é a “zona numa fotografia em que o foco está aceitavelmente nítido”. A capacidade de controlar a profundidade de campo é o que distingue um fotógrafo profissional de um amador.
    `Pode-se variar a profundidade de campo, independente da posição em que você está fotografando, usando diferentes distâncias focais.
Lentes longas: 300mm ou mais – Fazem fotos com pequena profundidade de campo
Lentes curtas: 28mm ou 35mm – Produzem profundidade de campo mais extensa
                                                         Profundidade de campo extensa
                                                         Pequena profundidade de campo

Beijos meus amores! Espero que aproveitem!

 

Aula 9 – Regra dos terços – Composição

Uma das coisas que mais gosto na fotografia é conseguir mostrar coisas que os outros não conseguem ver ou vêem, mas não da forma como o fotografo ou conseguir beleza de coisas que não são belas ou valorizar ainda mais as belas.

Para isso existem diversos conhecimento e técnicas que precisam ser aprendidos e “digeridos”, mas os que demandam apenas conhecimentos técnicos quantitativos são tranqüilos, desde que se tenha o tempo necessário para se aprender. Entretanto, como a vida nunca é fácil, o que diferencias os fotógrafos geniais dos bons fotógrafos, sem dúvida, é como eles aprendem e utilizam a composição fotográfica. Apesar de existir diversas técnicas e dicas a serem seguidas para conseguirmos imagens de qualidade essas mesmas regras podem ser quebradas que algumas vezes teremos ainda imagens incríveis por isso classifico a composição em fotografia uma técnica qualitativa.

Vou iniciar agora uma serie de post que falarão sobre esse tema que adoro e que é gigantesco. Já aviso aos desinformados que não acharão aqui a solução mágica para sair compondo fotos como o Ansel adams, mas falarei de tudo que aprendi e que de alguma forma podem melhorar o estilo e a qualidade das suas fotos. 

Regra dos terços:

Todo mundo que tem alguma intimidade com fotografia já ouviu falar da regra dos terço. Ela está em todos os livros sobre fotografia (tem até no manual da sua maquina) devido a sua importância e poder. E vai ser o primeiro assunto que tratarei.

O que é a regra dos terços?

O principio básico da regra dos terços parte de imaginar a imagem dividida em três parte iguais horizontalmente e três partes verticalmente. O que irá produzir uma grade, tipo um jogo da velha, ou seja 9 blocos iguais a este:

Dicas como compor melhor suas fotos – A regra dos terços   Composição fotográfica I

É importante que você tenha isso na cabeça para que na hora de realizar uma foto você consiga visualizar esse quadro no visor ocular da câmera ou no visor de LCD.

É utilizada a grade da regra dos terços para facilitar a identificação dos quatro pontos de atenção da foto. Esses pontos se encontram nas quatro intersecções que existem entre as linhas horizontais e as verticais. Esses são os pontos de maior interesse em qualquer fotografia. E não só em fotografia, preste atenção em filmes, novelas, quadros, pinturas e você conseguirá identificar isso também.

Um grande erro que muitos livros de iniciantes cometem é fazer isso que fiz acima e não ressaltar que não são apenas os pontos e sim quatro linhas que você deve utilizar para compor grandes fotos.

Dicas como compor melhor suas fotos – A regra dos terços   Composição fotográfica I

Pronto! Está ai toda a teoria da regra dos terços! Se você colocar o ponto de interesse da fotografia nesses pontos ou ao longo das linhas suas fotos ficarão mais balanceadas e isso fará com que as pessoas que olhem as suas imagens interajam mais naturalmente. Alguns estudos mostram que quando se olha para imagens, normalmente, os nossos olhos vão diretamente para um desses quatro pontos com muito mais freqüência do que para o centro da imagem. Dessa forma é extremamente recomendado que se utilize a regra dos terços para deixar as suas imagens o mais natural possível para os apreciadores.

Abaixo algumas fotos para ilustrarem a teoria dos terços:

Dicas como compor melhor suas fotos – A regra dos terços   Composição fotográfica I

Nessa imagem o fotografo optou em colocar a cabeça do “modelo” em um dos pontos de interesse, especialmente o olho dele que é um ponto natural em retratos. A gravata e a flor podem ser consideradas pontos secundários de interesse.

 

Dicas como compor melhor suas fotos – A regra dos terços   Composição fotográfica I

Nessa foto optei por deixar a modelo para o lado direito da foto e coloque o ponto de atenção na boca dela e pontos secundários poderiam ser considerados o nariz empinado e o olho por onde passa a linha

Use a regra dos terços é muito natural para alguns fotógrafos, mas para a maioria de nos é necessário muito estudo, treinamento e pratica para ela ser um pouco natural. Venho me policiando muito quanto a isso, mas volta e meia, depois de ter feito uma foto vou analisar a composição e vejo que esqueci.

Até aprendermos e /ou incorporarmos a regra dos terços (e então quebra-la) precisamos responder a seguintes questões antes de executar uma foto:

-> Qual é o ponto de interesse na foto?
-> Onde vou colocar ele?

Um outro exercício que pode ser feito para você assimilar melhor é durante o processo de edição onde possuímos ferramentas para cortar e reordenar as imagens para que vejamos onde erramos e possamos corrigir essas e acertar nas próximas fotos.

Tente fazer colocar as suas fotos antigas dentro da regra dos terço e observe como as suas fotos ficarão melhores.

Aula 11     Iluminação para retratos

     Um dos fatores mais importantes para um belo retrato é a iluminação que foi usada. Vejamos algumas dicas:

O que usar:

1- Luz difusa – Rebater o flash com uma sombrinha ou rebatedor mesmo, esse tipo de luz deixa o rosto com menos marcas.

2- Luz suave- a luz do início da manhã e do fim da tarde é ideal para retratos, pois suaviza imperfeições.

3- Luz rebatida- rebater o flash em um teto branco, fará com que a luz se distribua uniformemente em todo o ambiente, resultando em um efeito agradável.

4- Luz de janela- As janelas fornecem uma luz suave para fotografia. Aproveite e use sua criatividade para fazer retratos com um lado do rosto mais iluminado que o outro, etc…

5- Utilizando mais de uma luz: vc pode usar a luz natural como luz de cabelo e de contorno, criando um efeito muito bonito em suas fotografias.

Aula 12

Luzes do dia

Luz Suave:

Assim que o sol nasce, temos uma luz muito agradavel e cheia de cores. Por ser suave, fica muito bem em retratos. Também podemos fazer belas paisagens com essa luz.
O periodo de luz suave “a rigor” seria do nascer até mais ou menos 10:00 da manhã. Porém, as 09:00hs já temos uma luz praticamente dura, pois estamos no Brasil, país tropical.
A luz suave deixa a pele mais bonita e ameniza imperfeições.
Tem pouco contraste e pouca sombra.
giorno

Luz Dura:

Periodo de 10:00hs as 16:00hs. Provoca sombras que podem ser desagradáveis aos olhos. Muito contraste. Realça imperfeições. Também é chamada “luz dramática”, pois produz efeitos marcantes e interessantes em algumas situações. Dá pra usar a criativdade e brincar com as sombras produzindo fotos de precioso conteudo artístico.
luz dura
luz-dura1

9 respostas para Curso gratuito de fotografia

  1. Pingback: Curso Gratuito de Fotografia com Juliana Siqueira

  2. luciene teodoro disse:

    olá juliana, adorei suas dicas e explicações, adoro fotografar e quanto mais aprendo mais fico facinada com essa arte. estou amando saber mais sobre fotografia, espero que tenha muito mais ainda para aprender com vc. beijos

    • julianasiqueirafotografia disse:

      Olá, Luciene! Tudo bem? Obrigada por prestigiar o nosso curso gratuito de fotografia. Se tiver qualquer dúvida no decorrer do curso é só perguntar. Boa semana!

  3. TATIANA disse:

    mutio boa dicas ,gosto muito de fotografia …bjssss

    • julianasiqueirafotografia disse:

      Olá, Tatiana! Obrigada! Estou a disposição para qualquer dúvida que vc tenha no decorrer do curso. Abraços e boas fotos!

  4. Francyelle disse:

    Ola Juliana, adorei seu curso, continue escrevendo que vou acompanha-la. Adoro fotografia e pretendo ser fotografa um dia. hehe

  5. Oi Juliana,

    Muito bacana esse no projeto seu, legal seria montar vídeo aulas, além de legal, atrairia um publico maior…

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